Nome escrito na história da música portuguesa, figura de proa dos últimos 20 anos. Um herói independente, uma instituição, um “cantador” de histórias e imaginários.

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Foram várias as paragens que se foi obrigando a fazer para assentar os pés e calcar a terra. Algumas delas nos Ornatos Violeta, outras em Pluto, nos SuperNada e, finalmente, a solo com Foge Foge Bandido, mostrando recortes, vozes e memórias da viagem.

Recarregar energias foi na Estação de Serviço, que apresentou em 2015. Em 2017, Manel Cruz voltou aos concertos, testou as águas para voltar a mergulhar nos discos e nas canções, e em 2019, marca o tão ansiado regresso aos discos em nome próprio.