Mdou Moctar são novas fronteiras.

O errante tuaregue divide-se entre a electrónica, a takamba e a assouf para cantar sobre o Islão, o amor e a paz. Fá-lo sob a influência dos ventos quentes do Níger, guitarras do futuro e coros sci-fi.

Diz-se que é o “Prince” de África, por isso, abre-te sésamo, abre-te  Festival A Porta. Vem aí África, vem um principe do deserto, e vem um disco novo.