Ricardo Martins é um baterista, que toma o seu instrumento como um motor que se desdobra em algo maior, mais vasto, sempre mais exploratório e visceral. Com uma vasta lista de bandas e colaborações (Lobster, Papaya, Jibóia, Pop Dell’ Arte, entre outros), Ricardo Martins tem procurado o futuro da sua música desdobrando-se a solo nos últimos anos. Em 2017, edita Furacão, peça duracional de exploração rítmica e melódica, em crescente vendaval de Janeiro a Dezembro.

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Na Porta, apresenta agora Silvar. Uma peça única onde as composições rítmicas são desdobradas em baterias e idiofones tocados por músicos de Leiria, para um espetáculo exclusivo. Serão fugas, furacões, festas e fogos de artifício espalhados por um batalhão percussivo que vai materializar em bruto o que vem assobiando na cabeça do músico lisboeta.