De há 10 anos para cá, os K-X-P de Timo Kaukolampi e Tomi Leppänen encetam um diálogo entre o homem e a máquina, prosseguindo a linhagem iniciada pelos Kraftwerk.

Nostalgias à parte, este projeto finlandês fá-lo com um desejo de avanço e de exploração de novos mundos. 

Música que abre novas dimensões para o techno minimal, synths gélidos e atmosferas assombrosas, resultando num dos projetos mais consistentes da última década, vindos do norte da Europa. Ao vivo diz-se que são uma força potente e inesquecível, uma mistura de poder performativo com cosmic disco e hinos de raves.