A ghost folk de Bia Diniz. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor. 

Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções assim.

De Lisboa, tudo isto é folk, e como folk deve ser, solitário, intemporal, sem terra e sem fronteiras.