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Festival A Porta fecha cartaz com propostas do Colectivo Til, ± MaisMenos ±, Tenório, Frame Colectivo e Patrick Hubmann

Acontece este ano de forma tripartida, ocupando os três primeiros fins-de-semana de julho, o festival leiriense A Porta que, à sua sexta edição, pretende ser um espaço de encontro da cidade com a cultura, a sua história e a sua memória. Propondo um cartaz multiverso, que inclui concertos, conversas, instalações e cinema, o A Porta vai ter como eixo central o espaço da Villa Portela, a ser ocupado por um conjunto de instalações inéditas de criadores locais e nacionais. Colectivo Til, ± MaisMenos ±, Tenório, Frame Colectivo e Patrick Hubmann são os artistas convidados para a criação de um percurso que proporá novas histórias e ideias para o espaço localizado no coração da cidade. Os trabalhos, a serem desenvolvidos em residência artística, terão como base as ideias e propostas recolhidas junto da população local ao longo dos últimos meses. O A Porta 2021 será de entrada livre, sendo obrigatória a reserva de bilhete para cada sessão através das plataformas digitais do evento. 

Novidade ainda, o concerto de abertura do projecto que Nuno Rancho (Texas Killer Bee Queen, Team Maria) vai produzir com base no trabalho: I’ll Never Play This Live, um conjunto de canções compostas em pleno confinamento. Sob o nome I Guess We’ll Play It Live After All sobe ao palco do festival com João Maneta, Inês Bernardo, Luís Jerónimo e André Moinho, e a participação especial de Rui Gaspar, Pedro Marques, Gil Jerónimo, Ana Santo, Walter Antunes e Arnaud António.

Aposta essencial do festival, o programa familiar e educativo d’A Porta estará entregue ao Brincar na Rua, um projecto da Ludotempo – Associação de Promoção do Brincar, que vai propor um conjunto de iniciativas que repensam e reinventam alternativas seguras para brincadeiras ao ar-livre e em contacto com a natureza. Aliando apresentação, criação e pensamento, A Porta vai ser ainda palco para um ciclo de conversas que pretendem potenciar a partilha de visões e experiências de vários agentes que operam em diferentes contextos, em torno de temas como a educação, participação, cultura e comunidades. Estão confirmadas as presenças de Jorge Brites (Agrupamento de Escolas de Marrazes), José Carlos Mota (Universidade de Aveiro / GOVCOPP), Elizabete Paiva (Materiais Diversos), Marta Silva (LARGO Residências), Micael Sousa (Serious Game) e Pedro Neves (documentarista e jornalista freelancer).  

O conjunto de actividades propostas pelo festival fecha-se com o ciclo 1001 portas que incluirá um conjunto de iniciativas apontadas à preservação da identidade da região: jogos tradicionais, a edição de um livro para séniores em parceria com a AMITEI Associação de Solidariedade Social de Marrazes, uma biblioteca humana em parceria com a Collippo, a performance “Terra de Todos, Terra de Ninguém” desenvolvida por adolescentes do Agrupamento de Escolas de Marrazes, são algumas das propostas em cartaz. Fora do espaço do festival será ainda possível visitar a instalação “Unificador de Comunidades”, dos ColetivU a ser inaugurada na Igreja da Misericórdia e a exposição colectiva Passado Futuro, que levará até à Livraria Arquivo obras de sete fotógrafos sobre o interior da Villa Portela: Ana Veloso, João Ferreira, Joaquim Dâmaso, Luís Lacerda, Ricardo Graça, Rita Cordeiro e, ainda, Nuno André Ferreira, fotojornalista da agência Lusa premiado em 2021 pelo World Press Photo. 

As novas confirmações juntam-se aos já anunciados concertos de Angélica Salvi, Ariana Casellas, Dada Garbeck e Ricardo Martins,Ece Canli, Braima Galissá, Herlander, Samuel Martins Coelho, Sensible Soccers, Sunflowers, Yakuza e MAU, este último numa parceria com o festival CriaJazz. Confirmado está também um ciclo de cinema documental que integrará três filmes do cineasta Pedro Neves: Os Esquecidos (2009), Acima das Nossas Possibilidades (2014) e Tarrafal (2016).

Ao longo das suas últimas cinco edições, A Porta tem vindo a assumir-se como um espaço de criação em permanente diálogo com o território, com a cultura e a comunidade local, promovendo um ambiente favorável à partilha, à co-criação e ao desenvolvimento do tecido cultural regional e nacional. A sexta edição decorrerá nos dias 2, 3, 4, 9, 10, 11, 16, 17 e 18 Julho.

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Festival a Porta regressa a Leiria em julho e já tem concertos confirmados

O festival leiriense A Porta está de regresso nos três primeiros fins-de-semana de julho. Com um alinhamento e ocupação de espaço adaptados às novas circunstâncias que se vivem no país, o evento voltará a agregar a música, a criação colaborativa e a activação de espaços e memórias comuns através da cultura. Confirmados no programa musical d’A Porta 2021, estão a harpista Angélica Salvi, a cantautora Ariana Casellas, a colaboração inédita entre Dada Garbeck e Ricardo Martins, a experimentalista vocal Ece Canli, o instrumentista Braima Galissá, o projecto Herlander, o violinista Samuel Martins Coelho e os colectivos Sensible Soccers, Sunflowers e Yakuza. Um programa composto por bandas portuguesas que tocará em palcos integrados com as paisagens e o património do concelho, diversificando não só a oferta cultural e a singularidade dos eventos, mas também a articulação entre património natural e cultural. Confirmado está também um ciclo de cinema documental que integrará três filmes do cineasta Pedro Neves. Documentarista e jornalista freelancer, Neves é conhecido pelo seu trabalho especialmente conectado com a representação de histórias ligadas a comunidades e por uma obra marcada por questões sociais e políticas prementes. N’A Porta serão exibidos: Os Esquecidos (2009), Acima das Nossas Possibilidades (2014), filme integrado no Projecto Troika, e a longa metragem Tarrafal (2016).

Tendo como ponto central a Villa Portela, espaço localizado no coração da cidade, datado do final do século XIX e com mais de 17.000 metros de espaço verde, A Porta 2021 vai lançar um diálogo aberto com a população local que resultará num programa específico dedicado à activação de um novo pensamento urbano e imaginário colectivo. Desde abril e até final de julho, o festival está a recolher, junto da comunidade leiriense, recordações e ideias para o futuro deste icónico espaço. A recolha servirá como base de trabalho para um ciclo de residências artísticas que culminarão em intervenções de diferente formatos a serem instaladas no espaço durante o festival. O objectivo será o de criar uma visita orientada às potencialidades da Villa Portela e o desvendar de possíveis novos caminhos e relações com o espaço. 

Para além da música e da criação artística, A Porta 2021 integrará ainda sessões de cinema, conversas e um programa para famílias. Os bilhetes diários custarão 3 euros e poderão ser adquiridos à entrada dos espectáculos. 

Ao longo das suas últimas cinco edições, A Porta tem vindo a assumir-se como um espaço de criação em permanente diálogo com o território, com a cultura e a comunidade local, promovendo um ambiente favorável à partilha, à co-criação e ao desenvolvimento do tecido cultural regional e nacional. A sexta edição decorrerá nos dias 2, 3, 4, 9, 10, 11, 16, 17 e 18 Julho e anunciará mais detalhes do alinhamento nas próximas semanas.