teste programa

14 JUN
15 JUN
16 JUN
17 JUN
18 JUN
19 JUN
20 JUN
21 JUN
22 JUN
23 JUN

Sexta, 14 Junho

ABERTURA OFICIAL

19H00
INAUGURAÇÃO EXPOSIÇÃO: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»

19H30
PERFORMANCE SONORA: «24H FIRST BREATH AFTER COMA»

21H30
CONCERTO: CAPTAIN CASABLANCA

Horário da Casa Plástica:
15, 16, 20, 22 e 23 de Junho
das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 
17 a 21 de Junho
das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Depois da nomeação para melhor disco europeu com “Drifter” e de cinco digressões europeias nos últimos dois anos, os First Breath After Coma regressam em 2019 com “NU”, editado pela Omnichord Records.

Um álbum visual da CASOTA Collective, num alinhamento narrativo com Rui Paixão como personagem principal. Está talvez aqui a obra e o risco maior da banda leiriense mais internacional e prolífica do momento.

Com “NU” viram o seu som do avesso, metem os pés no futuro, e destemidos reescrevem o seu percurso e sonoridade. Já seleccionados para diversos festivais de cinema, confirmados no Festival Paredes de Coura, os First Breath After Coma entram pelo Festival A Porta numa ascendência bonita de se ver e acompanhar.

Casper Clausen é a voz de algumas das nossas bandas preferidas do momento – Efterklang e Liima, por exemplo. Mas é a solo, e como Captain Casablanca que o dinamarquês residente em Lisboa, se apresenta pela primeira vez em Leiria.

A sua música em nome próprio é um trabalho em progresso, mas Clausen quer abrir o seu processo criativo ao público e experimentar apresentar a sua música em fluxo, o dispositivo de concerto e a utilização de performance e vídeo.

Entre a colagem sonora e a jornada musical, a música é frequentemente guiada por grooves em direção ao krautrock e à sua voz, residindo em sintetizadores, aplicativos de bateria, youtubes, e por aí além, onde vibrar ou se abrirem portas para o som.

Dá a cara pela editora Chaputa Records e é sobejamente conhecido no circuito de bares e clubs de rock n'roll do [...]

Ricardo Ribeiro, também conhecido nos meios religiosos como PEREGRINO, um melómano assumido traz-nos junto da sua paixão musical e em cada [...]

Sábado, 15 Junho

A Nuvem é uma instalação que parte das ideias de efemeridade e fluidez inerentes ao próprio evento e contexto. A intervenção irá criar um espaço de sombra através da exploração de materiais improváveis, uma estrutura dinâmica e inconstante que propõe uma abordagem lúdica e livre ao espaço do jardim. Com o mesmo objectivo, uma série de pequenos elementos móveis estarão dispostos no local para convidar à apropriação e utilização espontâneas pelos visitantes.

O ~ é formado por pessoas de diferentes disciplinas, que se juntaram com um interesse comum nos materiais e processos de produção, assim como na intervenção cívica e social pelo questionamento e valorização dos lugares.

As crianças são mestres na arte da espontaneidade, aprendendo de forma natural e livre em contextos criados para ancorar conhecimento pelo estímulo da alegria, movimento e diversão. Esta prática de Yoga propõe vivenciar – pelos ensinamentos do YOGA – os elementos Terra, Água, Fogo e Ar (e um outro elemento “surpresa” – que só vais descobrir se participares nesta aula).

Bora descobrir e sentir os elementos no corpo humano e Mãe Natureza? Sabias que o corpo é feito dos mesmos “ingredientes” que o Universo? Terra, Água, Fogo e Ar “dançam” dentro e fora de nós o tempo todo em sede de EQUILÍBRIO! Queres saber como? Junta-te à Tribo do Yoga! Namastê

15 de Junho das 10h30 – 11h30 no Jardim da Vala Real
Público:
4 aos 12 anos | Inscrição: Sim

INSCRIÇÃO

DJ CUT!S na vanguarda da pop quando estava fora de moda e sempre na moda quando as modinhas estão fora. Tropical e tropicana vai da bossa-nova à savana como do pézinho de dança à batida africana. Já é vintage, por isso traga-se bem a qualquer hora mesmo à tarde. Variado, eclético, e sem fronteiras estéticas nos seus dj sets. O mundo sonoro é a possibilidade e tudo se pode interligar. E sempre com um olho no bem-estar do ambiente que se cria em dialética permanente.

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Consegues ver estrelas durante o dia? Sabias que o Sol tem ‘borbulhas’ e ‘ataques de espirros’? Vem espreitar (com cuidado!) a estrela mais próxima de nós. A astronomia não se faz apenas de noite. O Sol, a estrela mais próxima de nós, é um objeto extraordinário e palco de uma intensa atividade de que não nos apercebemos normalmente. Vamos observar este gigantesco vizinho tão essencial para nós e conversar sobre o seu funcionamento e impacto na nossa vida.

15 de Junho das 15h00 – 17h00 no Jardim da Vala Real
Público:
+5 anos | Inscrição: Não

Queres fazer um pic-nic de histórias? Há histórias para todos os gostos e paladares… Histórias divertidas, engraçadas, de meter medo e disparatadas… Traz a tua manta e vem ouvir e contar de forma descontraída no Jardim da Vala Real.

15 de Junho das 15h00 – 18h00 no Jardim da Vala Real
Público:
todas as idades | Inscrição: Não

Nesta pequena ludoteca as crianças brincam com diversos jogos e brinquedos em madeira, produzidos pelos utentes d’Os Malmequeres.

15 de Junho das 15h00 – 18h00 no Jardim da Vala Real
Público:
3 aos 10 anos | Inscrição: Não

Uma bateria, um microfone, uma guitarra, dois ou três amigos e muita garra, é tudo o que precisas para teres a tua primeira banda rock. Pega nos teus dotes e vem metê-los à prova num palco só teu. São quatro horas de adrenalina, aplausos e muita emoção em que poderás experimentar ser uma rock star. Não vais querer perder!

15 de Junho das 15h00 – 19h00 no Jardim da Vala Real
Público:
+ 2 anos | Inscrição: Não

Brincando e andando é uma série de jogos para toda a família dinamizados pela Mystery Box! Brincadeiras e dinâmicas renovadas que têm raízes nos jogos tradicionais e no imaginário da infância dos mais crescidos que, de forma descontraída, exploram a comunicação, a cooperação e o trabalho em equipa. Tudo a postos?

15 de Junho das 15h00 – 20h00 no Jardim da Vala Real
Público:
todas as idades| Inscrição: Não

De tintas e pincel na mão, a Ana irá transportar os mais novos para um mundo de personagens imaginadas com muita cor, magia e imaginação. E tu, quem queres ser hoje?

Jazz fusão é o destino que juntou José Anahory e Jorge Fiqueiredo, em 2012, num curso de jazz da universidade Lusíada. Como fusão leia-se funk, hip hop, swing, rock, samba, musica latina, africana e árabe.

E daí, em 2015, juntam-se André Marques (sax Alto), Tiago Paiva (guitarra), José Andrade (sax tenor), João Almeida (trompete) e João Nascimento (teclas). Variam entre quarteto e septeto, e têm vindo a tocar em algumas das principais salas lisboetas.

Na Porta, damos-lhe uma prova de fogo: o jazz é o chão, a música não tem fronteiras. O convite é dançar ou relaxar na relva, estes Ornitorrinco vão sempre sair vencedores, pois são descoberta obrigatória.

Um projecto composto por elementos assumidamente destros, onde pontificam amiúde influências primárias de Folk sintético-analítico. Comparados e empacotados hermeticamente em nuances de synth-pop eclesiástico fazendo lembrar à distância um som aveludado ao toque.

Sempre, mas sempre num resquício minimalista de atitude neo-clássica, isto é música Made in Leiria.

Seis cordas numa guitarra, um teclado casio e uma bateria. Adicione-se alguns intervalos e três acordes e não é preciso muito mais para elevar a temperatura numa sala.

Os La Jungle sabem disso e na equação 1 + 1 sabem que o resultado é 3 , e portanto, isto é música de matemática distorcida, aos empurrões com o kraut e o trans-rock.

O frenesim total que sua música oferece é acompanhado por riffs metálicos, ondas de ruído e tempestades de pratos, todos conduzidos por um estroboscópio. Rock primitivo e sem tretas, tão selvagem e brutal, como de arromba, de arrombar a Porta!

Garimpador do faroeste português, faz-se acompanhar de caixas mágicas repletas de preciosos discos de sete polegadas encontrados em caves e armazéns bolorentos tanto desafiando os ouvintes com hinos ignorados da Psicadelia, do Soul ou do Pós-Punk anglo-sáxonico, como mudando a rota até às delicias dançantes do Mediterrâneo e do mundo Árabe obscuro das décadas de 60 e 70. 

Está também na génese de noites de partir o sapatinho como Death Disco Disaster; Electric Rainbow ou Catarata Fulminante, e tem na nova East Side Radio a rúbrica Fata Morgana.

Paralelamente, é o vídeasta e pesquisador musical responsável pelos documentários “Música em Pó”, “Uivo”, “Tecla Tónica” ou “Fios Bem Ligados”, assim como tem vindo a colaborar com a Antena3Docs e o site Rimas & Batidas.

Domingo, 16 Junho

A Nuvem é uma instalação que parte das ideias de efemeridade e fluidez inerentes ao próprio evento e contexto. A intervenção irá criar um espaço de sombra através da exploração de materiais improváveis, uma estrutura dinâmica e inconstante que propõe uma abordagem lúdica e livre ao espaço do jardim. Com o mesmo objectivo, uma série de pequenos elementos móveis estarão dispostos no local para convidar à apropriação e utilização espontâneas pelos visitantes.

O ~ é formado por pessoas de diferentes disciplinas, que se juntaram com um interesse comum nos materiais e processos de produção, assim como na intervenção cívica e social pelo questionamento e valorização dos lugares.

A sessão Música de Afetos pretende ser um momento de pausa. Uma pausa no “Tenho que fazer…”, “Devia ir…” ou “Ainda tenho que…”.

Nesta sessão, desafiamos os papás e as mamãs (os tios, os avós, os padrinhos ou até mesmo amigos) a pararem um pouco o stress do dia-a-dia para darem lugar aos afetos, à aproximação, ao carinho, à diversão e partilha com os pequenitos da vossa vida, no seu nível de comunicação e sempre através da música.

16 de Junho das 10h00 – 11h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 meses aos e anos | Inscrição: Sim

INSCRIÇÃO

O Roberto é um monstrinho cheio de peripécias, mas felizmente o seu amigo Pradiante, que é um passarinho, está sempre por perto para o ajudar encontrar soluções. Neste workshop, convidamos-te a ouvir e a participar nesta aventura. Irás poder ouvir uma história, fazer acrobacias e claro seres criativo revelando os teus dotes artísticos.

16 de Junho das 11h00 – 12h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 14 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

O Festival A Porta junta-se à Livraria Arquivo para promover o Curso Escrita e Imaginação com o escritor português Gonçalo M. Tavares. Integrado na programação da Casa Plástica, o curso desenrola-se a partir dos livros “Breves notas sobre Literatura” e “O Senhor Valéry”.

Serão feitos exercícios práticos de aplicação de alguns conceitos, em redor da linguagem e da imaginação. Esta é uma oportunidade única de aprender e experimentar junto de um dos grandes nomes da literatura actual, que escreve em diferentes géneros literários, tendo as suas obras sido traduzidas em mais de 50 países.

O curso decorre a 16 junho das 14:30h às 17:30h, na Livraria Arquivo (maps) e tem o valor de participação de 25€

INSCRIÇÃO

O Atlas Hostel tem um bar, é na Rua Direita e é fixe! A sua Crew é igualmente fixe e vem partilhar as sonoridades que lhe aquece a alma.

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Consegues ver estrelas durante o dia? Sabias que o Sol tem ‘borbulhas’ e ‘ataques de espirros’? Vem espreitar (com cuidado!) a estrela mais próxima de nós. A astronomia não se faz apenas de noite. O Sol, a estrela mais próxima de nós, é um objeto extraordinário e palco de uma intensa atividade de que não nos apercebemos normalmente. Vamos observar este gigantesco vizinho tão essencial para nós e conversar sobre o seu funcionamento e impacto na nossa vida.

15 de Junho das 15h00 – 17h00 no Jardim da Vala Real
Público:
+5 anos | Inscrição: Não

Queres fazer um pic-nic de histórias? Há histórias para todos os gostos e paladares… Histórias divertidas, engraçadas, de meter medo e disparatadas… Traz a tua manta e vem ouvir e contar de forma descontraída no Jardim da Vala Real.

15 de Junho das 15h00 – 18h00 no Jardim da Vala Real
Público:
todas as idades | Inscrição: Não

Nesta pequena ludoteca as crianças brincam com diversos jogos e brinquedos em madeira, produzidos pelos utentes d’Os Malmequeres.

15 de Junho das 15h00 – 18h00 no Jardim da Vala Real
Público:
3 aos 10 anos | Inscrição: Não

Uma bateria, um microfone, uma guitarra, dois ou três amigos e muita garra, é tudo o que precisas para teres a tua primeira banda rock. Pega nos teus dotes e vem metê-los à prova num palco só teu. São quatro horas de adrenalina, aplausos e muita emoção em que poderás experimentar ser uma rock star. Não vais querer perder!

15 de Junho das 15h00 – 19h00 no Jardim da Vala Real
Público:
+ 2 anos | Inscrição: Não

Brincando e andando é uma série de jogos para toda a família dinamizados pela Mystery Box! Brincadeiras e dinâmicas renovadas que têm raízes nos jogos tradicionais e no imaginário da infância dos mais crescidos que, de forma descontraída, exploram a comunicação, a cooperação e o trabalho em equipa. Tudo a postos?

15 de Junho das 15h00 – 20h00 no Jardim da Vala Real
Público:
todas as idades| Inscrição: Não

Me and My Brain é um projeto leiriense de Nuno Dionísio e Rui Seiça, que se juntaram para criar melodias electrónicas viajantes. Me and My Brain é um espaço reservado, um espaço reservado para a cabeça, para ti e para mim.

De tintas e pincel na mão, a Ana irá transportar os mais novos para um mundo de personagens imaginadas com muita cor, magia e imaginação. E tu, quem queres ser hoje?

Diz-se que os belgas Phoenician Drive inventaram o Afrikrautrock e que a fórmula soa a novo e ao mesmo tempo reverente a pioneiros passados. Este sexteto de Bruxelas cria um rock transcontinental que bebe dos limites da Ásia e da Europa, dos Balcãs e do Médio Oriente.

Música de prazeres psicadélicos e ritmos motorizados, o som também se faz de flamenco, grooves orientais e jazz, não descurando uma mala cheia de bandas sonoras repletas de tradições italianas.

Projeto de recolecção de um passado de fantasia e da recriação de um futuro excitante, os Phoenician Drive fazem música sem tempo e que resiste a toda e qualquer classificação.

Sobre a premissa de subversão da regra heteronormativa, tomam o fado como matriz de referência e matéria, para abalar as suas raízes conservadoras nutridas por um meio tradicionalista.

Através da alteração de poemas já cantados e da criação de novos, criam-se espaços para a experimentação de narrativas não normativas no que toca ao género e à sexualidade.

O resultado é fado até ao tutano, intenso e rasgado, e é bicha porque usa a subversão como linguagem de identidades tão pouco representadas. É por isso, música de intervenção, viva, vibrante, coisa do presente a chocar com o passado, para criar novos pilares de imaginação e diversidade. E com isto, em 2019, a Porta é bicha, e inaugura-se no fado.

Segunda, 17 Junho

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Terça, 18 Junho

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta.

Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

15 de Junho das 15h00 – 16h00 no Jardim da Vala Real
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Quarta, 19 Junho

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

A 19 Junho, o Festival A Porta #5, 2019 toma o Teatro José Lúcio da Silva em vários dos seus espaços, ocupando-o com música e criação artística.

A “Vida Nova” de ManelCruz. As canções de errância e alvoroço de JP Simões. Os furacões, as festas, os fogos de artificio que o baterista Ricardo Martins mete à prova, com um grupo de músicos de Leiria, na peça SILVAR.

Os bilhetes (ainda) disponíveis estão à venda aqui: https://bit.ly/2vN64Cs

Quinta, 20 Junho

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Abertura de portas às 16h00
17h00: Few Fingers
17h45: Obaa sima
18h30: Jerónimo
19h15: Whales com elementos de First Breath After Coma
21h30: La Baq com elementos de First Breath After Coma
22h30: Surma + Joana Guerra + João Hasselberg

Bilhetes disponíveis no Praça Caffèe ou online na Letsgo (https://bit.ly/30XSB9g)

Sexta, 21 Junho

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Os VENGA VENGA são extravagantes, tropicais, hedonistas e nómadas. Misturando o folclórico com o experimental, a sua sonoridade e estética transitam entre a excentricidade de culturas remotas até às subversões mais metropolitanas.

O projeto dos artistas brasileiros Denny Azevedo e Ricardo Don, é hoje um movimento cultural itinerante, criando happenings, festivais de arte, dj-set, performances, instalações, foto e vídeo que, com uma linguagem ritualística, dialogam com intercâmbios culturais, migrações, diversidade sexual e a redescoberta do espaço urbano.

Na cidade do Lis, a promessa é uma viagem sonora evocando ritmos e mitos de várias partes do mundo, em várias épocas. Portas abertas para patchwork costurado de Bass Globalizado, experiência de catarse coletiva, e o público como um “performer coletivo”. Show de bola, portanto, Venga Venga powered by Timberland!

#festivalaporta2019 #vengavenga #leiria #delphiville
#timberlandcollective #citymakers #escapeanywhere

Depois da nomeação para melhor disco europeu com “Drifter” e de cinco digressões europeias nos últimos dois anos, os First Breath After Coma regressam em 2019 com “NU”, editado pela Omnichord Records.

Um álbum visual da CASOTA Collective, num alinhamento narrativo com Rui Paixão como personagem principal. Está talvez aqui a obra e o risco maior da banda leiriense mais internacional e prolífica do momento.

Com “NU” viram o seu som do avesso, metem os pés no futuro, e destemidos reescrevem o seu percurso e sonoridade. Já seleccionados para diversos festivais de cinema, confirmados no Festival Paredes de Coura, os First Breath After Coma entram pelo Festival A Porta numa ascendência bonita de se ver e acompanhar.

Desde “How can we be joyful in a world full of knowledge”, editado em 2014, pela Pataca Discos, que o compositor e multi-instrumentista Bruno Pernadas é um nome fundamental da música portuguesa.

Prolífico, genial, inclassificável são 3 adjetivos associados à sua obra, mas Bruno Pernadas também compõe para teatro, dança e cinema, e é membro integrante de projetos como Minta and The Brook Trout, Suzie’s Velvet, The Sun Ra project e Montanhas Azuis, com Norberto Lobo e Marco Franco.

“Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them” é o seu mais recente projecto: canções longas, intemporais e sem fronteiras que vão do west coast jazz dos anos 70, lounge oriental, krautrock, freak folk, pop music, sampling e processamento de electrónica low fi, exótica e soul music. Pernadas é o maestro de uma big band de super talento português que inclui João Correia, Afonso Cabral, Francisca Cortesão ou Margarida Campelo, para citar alguns nomes que incorporam esta troupe, que já se apresentou em quase todos os principais palcos e festivais nacionais, e no estrangeiro, em Espanha e no Japão. A Porta beneficiará da rodagem da banda, e terá o privilégio de conhecer em antemão algumas das canções de um novo disco com saída prevista para 2020.

Mdou Moctar são novas fronteiras.

O errante tuaregue divide-se entre a electrónica, a takamba e a assouf para cantar sobre o Islão, o amor e a paz. Fá-lo sob a influência dos ventos quentes do Níger, guitarras do futuro e coros sci-fi.

Diz-se que é o “Prince” de África, por isso, abre-te sésamo, abre-te  Festival A Porta. Vem aí África, vem um principe do deserto, e vem um disco novo.

Rigo Pex é um homem-festa. Na Guatemala, estudou teatro musical, piano e musicologia. Formou um colectivo de electrónica e organizou raves para mais de 8.000 pessoas.

Ligou-se à arte contemporânea, experimentou instalações sonoras e apresentou o seu trabalho nos 4 continentes, até instalar-se em Barcelona. Aí, começa a fazer música com gameboys, vídeo-jogos e computadores obsoletos e trabalha como programador num espaço da La Fura dels Baus, definindo as premissas da sua atividade como MENEO: chiptune, vírus da internet, performances tresloucadas e dj sets nudes.

Os VENGA VENGA são extravagantes, tropicais, hedonistas e nómadas. Misturando o folclórico com o experimental, a sua sonoridade e estética transitam entre a excentricidade de culturas remotas até às subversões mais metropolitanas.

O projeto dos artistas brasileiros Denny Azevedo e Ricardo Don, é hoje um movimento cultural itinerante, criando happenings, festivais de arte, dj-set, performances, instalações, foto e vídeo que, com uma linguagem ritualística, dialogam com intercâmbios culturais, migrações, diversidade sexual e a redescoberta do espaço urbano.

Na cidade do Lis, a promessa é uma viagem sonora evocando ritmos e mitos de várias partes do mundo, em várias épocas. Portas abertas para patchwork costurado de Bass Globalizado, experiência de catarse coletiva, e o público como um “performer coletivo”. Show de bola, portanto, Venga Venga powered by Timberland!

#festivalaporta2019 #vengavenga #leiria #delphiville
#timberlandcollective #citymakers #escapeanywhere

Para lá do portão azul todos vão querer espreitar, resta saber o que lá encontrar. No número 20 da Rua Miguel Bombarda há edições de autor, produtos hand made, edições limitadas de pintura, serigrafia, música, cerâmica e design, em formato feira, com exposições e instalação artística. Uma proposta d’A Porta com a curadoria da NAU, associação de arte contemporânea e cultura local, das Caldas da Rainha, em conjunto com a editora de música Chaputa Records.

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Este ano o centro cívico será mais uma vez convertido num jardim cívico. Um espaço comunitário e participado feito pelos que vivem a cidade, e tal como um jardim, crescerá com o tempo, enraizado num lugar e vida próprios. Com uma série de eventos programados, todos estão convidados para participar e contribuir com espírito crítico para a sua construção: ajudadas de carpintaria, hortas urbanas e artes plásticas; debates que juntam cidadãos, representantes camarários, agentes culturais e arquitectos; complementados com concertos, performances e muito convívio. Este será um espaço aberto e inclusivo, valorizando a espontaneidade da cultura e a riqueza de uma apropriação crítica da cidade e do espaço público.”

Uma piscina ao ‘léu’ para podermos disfrutar um momento único e refrescante no entroncamento da Rua Rodrigues Cordeiro com a Barão Viamonte. A ideia de ter uma piscina na ‘Rua Direita’ parece algo insólito, mas quando deres um mergulho nos 23,12 m3 de água irás dizer: – eu já mergulhei aqui, neste larguinho!

Acção Climática e Cidadania Activa: Conversas abertas para miúdos e graúdos sobre sustentabilidade, permacultura e ações climáticas.

“As mudanças climáticas são uma ameaça existencial para a maioria do planeta, inclusive e especialmente para a vida dos seres humanos” – António Guterres, 2018

“Se não agirmos, o colapso de nossas civilizações e a extinção de grande parte do mundo natural estão no horizonte”. – David Attenborough, 2018

Somos 7.7 bilhões a viver num planeta finito e vivemos como se não houvesse amanhã. É urgente mudarmos o paradigma e essa mudança não está apenas nas mãos dos decisores políticos – está nas mãos de todos nós! Este é um espaço aberto à partilha de ideias sobre sustentabilidade, regeneração e acção climática. Vamos repensar em conjunto as nossas vidas, as nossas comunidades e a nossa cidade. Vamos agir!

guildapermaculture.com

O que é a Amnistia Internacional? O que defende? Neste espaço especial, outrora uma casa de chaves, vamos ajudar a abrir um mundo de perguntas e possibilidades. Aqui poderão encontrar em exposição uma Declaração Universal dos Direitos Humanos “gigante”, que foi sendo construída e trabalhada ao longo deste ano com as crianças do projeto “Redes na Quinta”, da InPulsar – Associação para o Desenvolvimento Comunitário.

Além disso, quem visitar esta casa bonita poderá participar em duas atividades*:

15H00
Oficina “Somos todos Humanos”
Com um simples desenho vamos tentar descobrir: somos todos diferentes, ou somos todos iguais? O que temos todos em comum?

16H00
Oficina “Mini Activistas – faz o teu primeiro cartaz”
Vem aprender tudo sobre como te podes fazer ouvir na defesa dos Direitos Humanos, criando o teu cartaz! Vamos ensinar-te a escolher os melhores materiais reutilizáveis e recicláveis, a pensar nas melhores frases para a causa que queres defender, como mobilizar pessoas à tua volta para participarem contigo e (MUITO IMPORTANTE!) a não esquecer de reciclar tudo quando a manif terminar! O ativismo não tem idade! Começa agora a lutar por um mundo mais justo!

*Atividades para +5 anos | lotação limitada

Exposição de peças e trabalho de carpintaria ao vivo

“O Design de Produto é um conjunto de princípios para a concepção de objectos, para serem produzidos com tecnologias e materiais específicos que se adequem a um consumidor alvo pela sua função e estética.”

E se no lugar de uma produção industrial tivéssemos uma produção artesanal? E se em vez de técnicas avançadas de carpintaria usássemos apenas serrote, martelo e pregos? E se utilizássemos materiais fáceis de encontrar, económicos, com dimensões standard, vendidos na quantidade exacta das necessidades, de origem local, por outras palavras, ecológico!? E se o resultado final for um objecto útil no dia-a-dia, com carácter e da autoria da designer Mariana Costa e Silva? E se fosse feito pelas nossas próprias mãos, de forma simples, rápida e acessível a principiantes na carpintaria, com ou sem experiência? E se pudéssemos reproduzir a peça, desde que não seja para fins comerciais, as vezes que quiséssemos?

“FAZ agora, FAZ com o que tens” é um resumo, um instantâneo, do projecto FAZ com as tuas mãos, um despertar para uma forma alternativa de consumir.

A Mariana nasceu em 1980 nos Açores. É licenciada em Design de Equipamento pela FBAUL.

Foi distinguida nos concursos: Jovem Designer ICEP 2000, 2001 e 2002, Jovens Criadores 2002, Série Limitada Renault Clio, Design Wise 2.0, V Concurso Formica Creativa, Prémio Massimo Dutti Design e Prémio Nacional Indústrias Criativas Unicer/Serralves.

Foi designer na Farame, monitora na Oficina de Design da FBAUL, designer no departamento de ID da Castelhano e Ferreira e gere 3 marcas próprias a Confeitaria da mala, a CUT furniture e Cuco Toys.

A criatividade e o movimento que fazem acontecer a Dança Criativa, são para todos. É a vez dos maiores de 50 darem o corpo à liberdade de sentir e de criar!

22 de Junho das 15h00 – 16h00 na Rua Direita Nº68
Público:
+50 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Vamos brincar com as formas e linhas dos quadros de Miró e utilizá-las para criar uma imagem nossa.

22 de Junho das 15h00 – 17h00 na Rua Direita Nº68B3
Público:
3 aos 12 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Neste ateliê é entregue a cada criança um pedaço de madeira, previamente cortado com a forma de um animal. A criança terá de o pintar a seu gosto e, no final da atividade, o brinquedo fica na sua posse.

22 de Junho das 15h00 – 18h00 na Rua Direita Nº9
Público:
3 aos 10 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Através de uma forma insólita de fazer arte com uma bicicleta, o nosso objetivo é apresentar uma oficina itinerante no sentido de transformar o cidadão de qualquer nacionalidade num fazedor de arte enquanto um ato político. Utilizamos esta técnica ancestral de comunicação e reprodução de imagens, porque acreditamos que é uma forma de dar voz às preocupações, desejos e sonhos de um povo.

São ações com um valor prático-pedagógico, onde usamos a criatividade para estimular a manualidade do fazer. Defendemos uma arte participativa como uma forma de estimular o autodesenvolvimento e também o envolvimento com o próximo, contribuindo assim para melhorar as relações intergeracionais e interculturais da população.

22 de Junho das 15h00 – 19h00 na Rua Direita
Público:
+8 anos | Inscrição: Não

Uma oficina HLT (HighLowTech) ambulante, pilotada por dois CLT (Criativos Loucos Técnicos) que fomentam e apoiam a desmontagem de pequenos electrodomésticos avariados, pelas pequenas mãos dos participantes e depois estimulam a criação e montagem de formas fantásticas com as peças desmontadas.

22 de Junho das 15h00 – 19h00 na Rua Direita
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Gostas de música? Gostas de fotografia? Interessas-te por saber qual a magia por trás de uma imagem? Então este workshop é para ti!

A primeira cena dá-se num ambiente descontraído e bem bonito que é o do Atlas Hostel, onde serão abordadas técnicas fotográficas tais como ISO, velocidade, abertura e enquadramentos.

De seguida, quem estiver disposto a olhar para o festival com outros olhos irá fotografar os concertos que escolher, a decorrer durante a tarde na Rua Direita, e experimentar uma série de situações, seja em ambiente de rua, seja em local fechado. Quem ainda tiver coragem para acompanhar a festa, poderá seguir o formador pelos concertos da noite no Jardim Luís de Camões.

De resto, fica o convite para se juntarem ao Hélder Casimiro no piquenique de domingo, no Parque do Avião, e falar um pouquinho sobre edição de imagem, com uma componente prática para analisar as fotografias obtidas no dia anterior.

Notas:

– Embora o workshop seja composto por várias fases, os participantes só frequentam aquelas que desejarem;
– Os participantes deverão trazer a sua própria câmara fotográfica digital;
– A Organização, juntamente com o formador, irá fazer uma seleção das melhores fotografias para colocar na página de facebook do Festival.

22 de Junho das 15h30 às 16h00 no Atlas Hostel, das 16h00 às 19h00 na Rua Direita, das 21h00 às 23h00 no Jardim Luís de Camões
23 de Junho das 15h00 às 16h00 no Parque do Avião
Público: +16 anos | Inscrição: Sim

INSCRIÇÃO

…”Que fechar seja estar aberto sem fechos que lembrem,
Que parar seja o nome alvar de prosseguir,
Que o fim seja sempre uma coisa abstracta e ligada
Fluída a todas as horas de passar por ele!
Eu quero respirar!”…
in “Abram todas as portas” de Fernando Pessoa

Oficina intergeracional de arte urbana para crianças e graúdos … utilizar o spray como uma técnica válida para exprimirmos o que nos vai na alma de forma espontânea.

22 de Junho das 15h30 – 18h30 na Rua Gago Coutinho
Público:
+6 anos | Inscrição: Não

Oficina de criação de Pequenos Robots Irrequietos a partir de motores de baixa voltagem, espetadas de bamboo outros objetos. Serão criados “seres” animados, determinados a agir compulsivamente. Se lhes dermos riscadores desenharão obras únicas abstratas que ilustram o seu comportamento aleatório.

22 de Junho das 15h30 – 19h00 na Rua Miguel Bombarda Nº18
Público:
+8 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Pequenas demonstrações com Piccolo para grupos de 3-4 participantes, que demora cerca de 20 a 30 minutos. Estas demonstrações servem como introdução aos conceitos básicos de fabricação digital e desenho vetorial. Interação com Piccolo através do controllo app, que permite desenho com rato/tablet o geração de padrões; carregar desenhos icons vetoriais perfeitas, que pode ser usado para fazer composições; participar com o “generative forest” onde um Piccolo está programado para desenhar plantas variadas consoante o nível de luz.

Ao fim do dia, pretendemos encher a mesa com desenhos colaborativos e o generative forest. Os participantes podem também levar desenhos para casa feitos em folhas post-it.

22 de Junho das 15h30 – 19h00 na Rua Miguel Bombarda Nº24
Público:
+8 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Hugo Domingues faz a banda sonora de Leiria nos últimos anos, participando em projetos como Nice Weather for Ducks ou Obaa Sima. Sofia Ribeiro é LINCE, um dos nomes pop emergentes mais fulgurantes da música nacional. Juntos são os Clima. Temperam, aromatizam, dão luz e precipitação a ideias fervilhantes e urgentes. Abrimos-lhe a Porta para criarem um espaço de discussão e criação comum face ao mundano, à revolta e às emoções de se estar vivo neste mundo. Estreia absoluta no Festival A Porta, um Clima.

Gostas de música? Gostas de fotografia? Interessas-te por saber qual a magia por trás de uma imagem? Então este workshop é para ti!

A primeira cena dá-se num ambiente descontraído e bem bonito que é o do Atlas Hostel, onde serão abordadas técnicas fotográficas tais como ISO, velocidade, abertura e enquadramentos.

De seguida, quem estiver disposto a olhar para o festival com outros olhos irá fotografar os concertos que escolher, a decorrer durante a tarde na Rua Direita, e experimentar uma série de situações, seja em ambiente de rua, seja em local fechado. Quem ainda tiver coragem para acompanhar a festa, poderá seguir o formador pelos concertos da noite no Jardim Luís de Camões.

De resto, fica o convite para se juntarem ao Hélder Casimiro no piquenique de domingo, no Parque do Avião, e falar um pouquinho sobre edição de imagem, com uma componente prática para analisar as fotografias obtidas no dia anterior.

Notas:

– Embora o workshop seja composto por várias fases, os participantes só frequentam aquelas que desejarem;
– Os participantes deverão trazer a sua própria câmara fotográfica digital;
– A Organização, juntamente com o formador, irá fazer uma seleção das melhores fotografias para colocar na página de facebook do Festival.

22 de Junho das 15h30 às 16h00 no Atlas Hostel, das 16h00 às 19h00 na Rua Direita, das 21h00 às 23h00 no Jardim Luís de Camões
23 de Junho das 15h00 às 16h00 no Parque do Avião
Público: +16 anos | Inscrição: Sim

INSCRIÇÃO

…”Que fechar seja estar aberto sem fechos que lembrem,
Que parar seja o nome alvar de prosseguir,
Que o fim seja sempre uma coisa abstracta e ligada
Fluída a todas as horas de passar por ele!
Eu quero respirar!”…
in “Abram todas as portas” de Fernando Pessoa

Oficina intergeracional de arte urbana para crianças e graúdos … utilizar o spray como uma técnica válida para exprimirmos o que nos vai na alma de forma espontânea.

22 de Junho das 15h30 – 18h30 na Rua Gago Coutinho
Público:
+6 anos | Inscrição: Não

Oficina de criação de Pequenos Robots Irrequietos a partir de motores de baixa voltagem, espetadas de bamboo outros objetos. Serão criados “seres” animados, determinados a agir compulsivamente. Se lhes dermos riscadores desenharão obras únicas abstratas que ilustram o seu comportamento aleatório.

22 de Junho das 15h30 – 19h00 na Rua Miguel Bombarda Nº18
Público:
+8 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Pequenas demonstrações com Piccolo para grupos de 3-4 participantes, que demora cerca de 20 a 30 minutos. Estas demonstrações servem como introdução aos conceitos básicos de fabricação digital e desenho vetorial. Interação com Piccolo através do controllo app, que permite desenho com rato/tablet o geração de padrões; carregar desenhos icons vetoriais perfeitas, que pode ser usado para fazer composições; participar com o “generative forest” onde um Piccolo está programado para desenhar plantas variadas consoante o nível de luz.

Ao fim do dia, pretendemos encher a mesa com desenhos colaborativos e o generative forest. Os participantes podem também levar desenhos para casa feitos em folhas post-it.

22 de Junho das 15h30 – 19h00 na Rua Miguel Bombarda Nº24
Público:
+8 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

As canções de Fun Fun Funeral são como sobreposições de arranjos lo-fi que se parecem com colagens onde se podem ver manchas de cola.

Canções escritas de forma arrojada e inovadora, muitas vezes apelidadas de poesia sombria e voluptuosa.

Com cordas e dedilhados, vozes agudas e percussões, a dupla exibe canções pop de ontem e de amanhã, muitas vezes comparados com Animal Collective ou Connan Mockasin.

Vinda da Bajouca, onde existe um rico património de Olarias, a Céu faz parte da terceira geração de uma família que assume a arte e o ofício de transformar o barro. Associando a modernidade à tradição, a oleira irá trazer ao Festival A Porta uma demonstração deste ofício milenar com a sua roda e a sua arte.

Lost Lake é um projecto musical inspirado num videojogo que se passa algures num Verão de 1989. Toda a nostalgia retro criou a atmosfera perfeita para uma sonoridade synthpop e “chill kind of wave”.

O GIMAE surge no Festival com o intuito de atrair novos públicos com a inovação e criação de objetos artísticos tridimensionais, usando como suporte: a porta. A partir de projetos de autor e usando portas de madeira como suporte, serão criados vários painéis policromados e com relevo.

Surge este momento musical que podemos intitular por: “Cantares e outras Cordas”. Porque já há muito que a SAMP percebeu que a Música vai para além dos palcos, e que é verdadeiramente transformadora quando entra na vida de cada um de nós. Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de despertar emoções, reações, sensações e sentimentos, possibilitando a abertura de outros canais de comunicação. Desta forma aprimoramos o melhor de cada um e nasce o Belo que faz com que nos sintamos parte de um Todo que nos satisfaz. Temos cantores de Dores, Guitarras esquecidas e jovens em construção.

Classes envolvidas:

  • Cantares de Amigo (Laboratório de Musicoterapia – Unidade da Dor)
  • Guitarra Portuguesa
  • Guitarras Para Todos

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta. Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

22 de Junho das 16h00 – 17h00 na Rua Direita
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Slime to smile – é uma metamorfose gulosa e relaxante, transformar marshmallows em slime para sorrir, brincar e lambuzar!

22 de Junho das 16h00 – 17h30 no Terraço do Atlas Hostel Nº59
Público:
5 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

PIM PAM PUM, 1 2 3 e zás trás páz!!!… Com as panelas lá de casa, com os canos da água, com os baldes do lixo, com matéria reciclável, com o garfo e o copo… vamos fazer Leiria dançar. Uma oficina de ritmo, percussão e muita vibração. PIM PAM PUM, agora é a tua vez!

22 de Junho das 16h00 – 19h00 na Rua Direita Nº 49
Público:
+3 anos | Inscrição: Não

A ghost folk de Bia Diniz. Com uma invulgar serenidade nos dedos e na pose, e com um registo vocal cuidado e arrepiante, April Marmara apresenta-nos as suas negras canções de amor. 

Uma coragem fora de série, que é friamente catapultada para os ouvidos de quem ouve, e reconhece a nostalgia, a solidão e a universalidade de quem escreve canções assim.

De Lisboa, tudo isto é folk, e como folk deve ser, solitário, intemporal, sem terra e sem fronteiras.

João Pais Filipe fez os caminhos do industrial e da erudita para se encontrar num espaço ainda por preencher da música europeia, onde pautas e teóricos ainda não chegaram e onde melodia e harmonia são fruto de relações rítmicas e não um uma tirania musicológica que rege a criação. 

Liberto, o percussionista e artesão portuense avança sobre a tensão entre o mecânico e o orgânico, entre a repetição e o loop, entre a pista de dança e o mantra, e cria um espaço próprio epitetado ethno-techno, onde as cadências do dance floor são apropriadas, reinterpretadas por um kit de bateria desenhado e feito à medida para e por João Pais Filipe, e canalizadas através de imperfeições e texturas rústicas para uma nova expressão das suas possibilidades.

Por entre latas de tinta, pincéis e recortes de papel estará a inovadora PASTAX 3200 XP 2.0., uma máquina da mais avançada tecnologia, que te vai propor grandes desafios. Este aparelho sugere, de maneira completamente aleatória, as cores, as formas, e até os temas que podes usar no teu desenho. Enquanto jogas, vais poder criar os mais estranhos personagens e objetos a partir de técnicas como stencil, colagem ou pintura.

22 de Junho das 16h30 – 18h00 na Rua do Pelourinho
Público:
3 aos 10 anos | Inscrição: Não

Neste espaço de despertar para a música e brincar com os sons, teremos uma grande dose de diversão, criatividade e improvisação! Através da imaginação, de jogos e brincadeiras musicais, poderemos utilizar as ferramentas essenciais da música: o ritmo, a melodia, as dinâmicas, o movimento, bem como o sentir individual e coletivo de uma composição musical. Vamos orquestrar?

22 de Junho das 16h30 – 19h30 na Rua Direita Nº68
Público:
4 aos 10 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Um baixo ora em potência ora em cuidadas pausas do Pedro Lourenço (dos históricos Sei Miguel) e a bateria do Ricardo Martins (Papaya, Jibóia, Pop Dell’Arte, entre muitos outros) acompanhando o ritmo frenético quando é necessário ora criando novos padrões e estruturas que absorvem a dualidade instrumental inerente.

BRUXAS/COBRAS são capazes de transformar o que poderíamos denominar como estado de materialidade incandescente, e fazem-no com urgência.

O mais recente trabalho, Azul, não só expande o que tinham iniciado com o seu primeiro Vermelho, como aprofunda matérias que lhes são caras – a plasticidade sonora, a duração e tacteabilidade das combinações, construindo não uma declaração, antes um método de pesquisa, aproximando-os cada vez mais dos primeiros trabalhos de antropologia cultural e musical, Porta aberta para rock matemático, sem perdas de tempo e um animal de palco a partir baterias para transcendências percussivas.

Gui Lee é Claiana. Nasceu em Cabo Verde. Cresceu de guitarra nos braços, em família entre pais e primos, mornas e coladeras. Desde cedo começou a cantar, mesmo sem perceber as letras, articulava através de estranhas fonéticas uma melodia que seu pai designou de Claiana.

Foram surgindo artistas como Patrick Saint-Éloi (Kassav’) e Michael Jackson que o atarefavam com estranhas técnicas de canto, e acabaram por marcar nele uma grande influência. Hoje canta qualquer música em Claiana, baseando-se na filosofia de Bruce Lee. Desde 2009, Claiana tem vindo a pisar palcos um pouco por todo o Portugal, tendo-se tornado uma figura incontornável na noite do Porto. Em 2018, edita as músicas que tantos palcos fizeram arder.

Neste workshop de pintura em cerâmica, poderás pintar o teu prato, que depois de vidrado e cozido poderá ser usado!

22 de Junho das 17h30 – 19h30 na Rua Direita Nº68B
Público:
+6 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Uma massa ensurdecedora de magma sónica, uma guitarra fuzz épica, um baixo e uma bateria sem tréguas. Um power trio saído da garagem, um gosto pelo psicadelismo dos 70’s, free jazz, kraut e space rock q.b.

Voilá, os Slift. Directamente de Toulouse para Leiria, inspirados em ficção científica e ilustração para criarem uma parede de som, energia, nervos e riffs hipnóticos.

Power on, e rock à séria, afinal estes meninos já partilharam palcos com não menos que sua excelência Ty Segall.

Julinho é lenda funaná com mais de 50 anos de carreira.

Nascido e criado na ilha de Santiago, Cabo Verde, fez parte integrante da modernização da música Caboverdiana nos anos 70 e 80 e participou em discos revolucionários como o de Alexandre Monteiro – Trapiche, “Africa Ê” de Tiny das Neves entre outros, sendo parte integrante da comitiva que acompanhou Cesária Evora no inicio da sua longa carreira. 

Sediado em Lisboa (Amadora) desde o fim dos anos 70, Julinho da Concertina desenvolveu a sua própria identidade como tocador de gaita, num estilo melódico e reconhecível por qualquer conhecedor de Funaná. Em 2018, editou o seu  2º disco de originais com selo CelesteMariposa Discos.

The Physics House Band chega-nos de Brighton no Reino Unido, onde são uma incontornável referência do rock instrumental. Trazem dois discos em carteira, e um novo disco na forja, que lhes levam em 2019 a alguns dos principais festivais da Europa.

Soam a vintage 70’s, quais Yes, sem erros de gosto, juízos, anfetaminas ou vergonha. Em vez disso, envoltos num procedimento e prática post-rock, preenchem tudo com o seu óbvio talento e capacidade.

Tragam a chave da descoberta, esta Porta promove encontros dos séculos XX e XXI.

Jonathan Bree é um cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor da Nova Zelândia, que começou a lançar música aos 13 anos. O seu videoclipe para a música “You’re So Cool” tornou-se uma sensação youtube, chamando atenção para uma banda barroca totalmente mascarada, num ambiente árido, sonhador e surreal.

Ao vivo, Bree é igualmente cativante e de outro mundo, com uma forte componente visual. Dirige a editora Lil’ Chief Records, enquanto produz outros artistas, aparece em videoclipes e grava a sua própria música. Integrou a banda The Brunettes, com quem gravou 4 álbums e 4 EPs, sacou um contrato com a Sub Pop até acabarem em 2010.

A solo, conta com 3 álbums, e 2019 reserva-lhe a sua primeira tour mundial com chave para o Festival A Porta.

A aventura musical de Nicola Mauskovic, desenhada em estúdio com os amigos Donnie, Em Nix, Mano e Juan.

Esta Dance Band é Afrobeat dos 70, disco, palanque, cumbia e psicadelismo exótico feito para dançar e fazer a festa.

The Mauskovic Dance Band é, hoje, sinónimo de um som contemporâneo embebido em influências culturais dos quatro cantos do mundo e de vários tempos da história. Um cocktail de diversão, pura música de festa, com provas dadas nos principais palcos europeus.

Os Solar Corona nasceram do borbulhar criativo de Barcelos uma cidade que mostra como se escreve rock com linhas tortas.

Formados em 2013, em 2016 chegaram a um consenso à formação e assentaram em quarteto, com Rodrigo Carvalho (guitarra / sintetizadores), Peter Carvalho (bateria), José Roberto Gomes (baixo) e Julius Gabriel (saxofone / sintetizadores). Após a edição de três EPs entre 2013 e 2016, os Solar Corona chegaram a “Lightning One”, o primeiro longa-duração, fruto de anos de labor à procura do som que triunfasse nesta formação. O álbum convive com o renascimento de algumas correntes do rock e absorve o conhecimento de alguns caminhos cósmicos paralelos ao rock progressivo das décadas de 1970 e 1980.

Fruto do século XXI, os Solar Corona aprenderam a chamar a atenção no primeiro segundo e prolongar essa sensação de constante alerta durante todo o discurso: uma keynote do Steve Jobs em constante rejubilação eléctrica e luxúria cósmica.

O DJ Fitz sabe mais de música do que tu. Uma composição de energia, alimentada a música vinda de vários hemisférios, que, diz-se, cria uma onda de felicidade que se entende à distância. Diz que este é o homem que faz os sets mais contagiastes da Europa e arredores, imperdível!

Domingo, 23 Junho

A Lei Sk8 School nasceu no final de 2006 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do desporto na região de Leiria, organizando workshops, demonstrações, aulas colectivas e individuais. Criam planos de evolução adaptados às necessidades de cada aluno, minimizando os riscos de quedas e lesões desnecessárias. Os monitores tem uma vasta experiência na modalidade. Todos os anos, a Lei Sk8 School participa no Festival A Porta, em parceria com o núcleo de Leiria da ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, para proporcionar uma aula de skate a jovens com deficiência visual que assim podem experimentar novas sensações e possibilidades. Medos superados, alegria garantida!

Máquinas diabólicas que fugiram de dentro dos computadores, televisões, tablets e smartphones e invadiram o Festival A Porta. São ecológicas necessitando apenas de energia humana para divertir e desafiar todo o ser humano.

23 de Junho das 12h00 – 18h00 no Parque do Avião
Público:
Todas as idades | Inscrição: Não

A escola de surf The Surfer’s Place volta ao festival A Porta para nos oferecer mais uma incrível experiência de Stand-up Paddle. Esta é uma modalidade praticada em cima de uma prancha, usando um remo como meio de propulsão. Pode ser feita em todos os meios aquáticos, seja em mar, rio, lago, etc. Neste dia de festa, o Rio Lis irá ganhar uma outra vida! Um monitor estará presente para explicar a técnica e dar dicas para a prática da modalidade. Cada participante poderá experimentar durante um período de meia hora.

+10 Anos

http://thesurfersplace.pt

www.facebook.com/thesurfersplace

www.instagram.com/thesurfersplace

O Barbeiro de Leiria convida os Leirienses a experimentar os seus serviços, aparo de barba, corte de cabelo e a famosa massagem Indiana à cabeça “Champi”. Convida ainda a todos a sentarem-se na sua cadeira para aprenderem uma maneira diferente de como melhorar o seu look e auto-estima, como se ver ao espelho, como se pentear, quais os cuidados de higiene a ter em todas as idades e quais as novas tendências de barba. Quem estiver a precisar de conselhos de um profissional da área, que aproveite este dia e fale com o barbeiro de Leiria.

O Barbeiro de Leiria nasceu em 2017 pelas mãos de Patrício Gaspar, que criou a sua marca inserida no espaço para homens na Clínica Donsilia. É um espaço onde se praticam cortes clássicos, aparam-se e desfazem-se barbas com navalha e toalha quente, num ambiente agradável e hospitaleiro.

https://www.facebook.com/obarbeirodeleiria/

A partir do tema da Matéria, o festival recebe, de 14 a 23 de Junho de 2019, uma exposição colectiva de 20 artistas com o título: «Nada muda de forma como as nuvens a não ser os rochedos.»  (pintura, escultura, desenho, instalação, performance, vídeo) ou o seu cruzamento com outras disciplinas (arquitectura, literatura, teatro, dança, música, cinema).Horário:15, 16, 20, 22 e 23 de Junho das 15h00 – 20h00 (Público Geral) 17 a 21 de Junho das 09h30-16h00 (Serviço Educativo) e das 17h00 – 20h00 (Público Geral)

LOCALIZAÇÃO

Nunca andaste de skate? Gostavas de experimentar? Queres aprender? Aqui está uma boa forma de começares!

23 de Junho das 15h00 – 16h00 no Parque do Avião
Público:
6 aos 12 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

A oficina de domes de cartão vai ensinar às crianças uma técnica simples e acessível a todos de criar um espaço arquitectónico à escala dos mais pequenos. Com algumas regras básicas e ferramentas acessíveis a todos, as possibilidades de personalização são ilimitadas e o espaço usado como a imaginação quiser.

Vamos convidar os participantes a aprender fazendo. Cada um estará encarregue de personalizar os triângulos com pinturas e recortes. A seguir vamos aprender a juntá-los na ordem correta um a um até que formem uma cúpula.

Por fim resta brincar e habitar a nossa nova morada no Jardim do Avião.

23 de Junho das 15h00 – 18h00 no Parque do Avião
Público:
6 aos 14 anos | Inscrição: Não

Voar. Sonhar. Viver. E construir um modelo simples de avião. Voar. Sonhar. Viver. Constrói o teu avião no Parque do Avião.

23 de Junho das 15h00 – 18h00 no Parque do Avião
Público:
+6 anos | Inscrição: Não (Lotação Limitada)

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta. Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

23 de Junho das 16h00 – 17h00 no Parque do Avião
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Através de uma forma insólita de fazer arte com uma bicicleta, o nosso objetivo é apresentar uma oficina itinerante no sentido de transformar o cidadão de qualquer nacionalidade num fazedor de arte enquanto um ato político. Utilizamos esta técnica ancestral de comunicação e reprodução de imagens, porque acreditamos que é uma forma de dar voz às preocupações, desejos e sonhos de um povo.

São ações com um valor prático-pedagógico, onde usamos a criatividade para estimular a manualidade do fazer. Defendemos uma arte participativa como uma forma de estimular o autodesenvolvimento e também o envolvimento com o próximo, contribuindo assim para melhorar as relações intergeracionais e interculturais da população.

23 de Junho das 16h30 – 18h00 no Parque do Avião
Público:
+6 anos | Inscrição: Não

O NEL – Núcleo de Espeleologia de Leiria é uma associação desportiva, sem fins lucrativos. Espeleologia, Escalada, Montanhismo, Kayak, BTT, Canyoning, Parapente, Carros de Vento, Mergulho, Orientação, Corrida em montanha (Trail) – de tudo um pouco se vai fazendo, seguindo a vontade dos associados e os seus interesses ao longo dos anos.

Como entidade socialmente responsável, atualmente o NEL está muito envolvido com a cidade de Leiria, através da promoção de diversas iniciativas, incluindo, desde 2017, a participação no Festival A Porta com uma atividade de corrida / caminhada especialmente dedicada a crianças e jovens com mobilidade reduzida. Para isso, utilizam as joelettes – cadeiras de todo-o-terreno mono-roda, que permitem a prática do pedestrianismo e o acesso a áreas com pisos mais irregulares. Crianças e jovens, mesmo aqueles que apresentam maior grau de dependência, podem desfrutar do contacto com a natureza e do espírito de equipa, com o auxílio de dois acompanhantes. Esta atividade é desenvolvida em parceria com a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Leiria. São, sem dúvida, momentos de muitos sorrisos!

http://nel.pt/

http://www.appcleiria.pt/

Os “Mini Repórteres” é uma atividade que vai dar aos mais pequenos a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo e fotojornalismo, redigindo pequenos textos e fotografando o que se está a passar no festival. Os pequenos vão ter um pequeno atelier de técnicas de texto e fotografia para, depois, em reportagem, fazer um balanço daquilo que vão presenciando no Festival A Porta. Nestes ateliers teremos pessoas ligadas à TIL Magazine a ensinar e explicar aos meninos mais sobre estas áreas. No fim vamos imprimir as reportagens de todos os participantes, incluindo publicações no nosso site tilmagazine.pt

23 de Junho das 16h00 – 17h00 no Parque do Avião
Público:
6 aos 10 anos | Inscrição: Sim (Lotação Limitada)

INSCRIÇÃO

Através de uma forma insólita de fazer arte com uma bicicleta, o nosso objetivo é apresentar uma oficina itinerante no sentido de transformar o cidadão de qualquer nacionalidade num fazedor de arte enquanto um ato político. Utilizamos esta técnica ancestral de comunicação e reprodução de imagens, porque acreditamos que é uma forma de dar voz às preocupações, desejos e sonhos de um povo.

São ações com um valor prático-pedagógico, onde usamos a criatividade para estimular a manualidade do fazer. Defendemos uma arte participativa como uma forma de estimular o autodesenvolvimento e também o envolvimento com o próximo, contribuindo assim para melhorar as relações intergeracionais e interculturais da população.

23 de Junho das 16h30 – 18h00 no Parque do Avião
Público:
+6 anos | Inscrição: Não

Uma massa ensurdecedora de magma sónica, uma guitarra fuzz épica, um baixo e uma bateria sem tréguas. Um power trio saído da garagem, um gosto pelo psicadelismo dos 70’s, free jazz, kraut e space rock q.b.

Voilá, os Slift. Directamente de Toulouse para Leiria, inspirados em ficção científica e ilustração para criarem uma parede de som, energia, nervos e riffs hipnóticos.

Power on, e rock à séria, afinal estes meninos já partilharam palcos com não menos que sua excelência Ty Segall.

A Associação Desprotegidos é uma associação de animais em risco, sem fins lucrativos.

Criada por um grupo de voluntários que dedicam parte do seu tempo livre a resgatar, cuidar e a encontrar famílias para os seus patudos. Sediada nos Pousos, a associação convida todos a conhecerem e passearem os seus animais numa Cãominhada desde o Parque do Avião ao novo Jardim da Almoinha.

As inscrições para a Cãominhada devem ser feitas junto da própria associação enviando uma mensagem através da página de facebook (https://www.facebook.com/desprotegidos.associacao/) ou do instagram (https://www.instagram.com/associacaodesprotegidos/?hl=pt ) da associação.

#festivalaporta2019

2019-06-01T17:45:45+00:00